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SEMIOLOGIA MÉDICA DE ANIMAIS DE COMPANHIA |
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UNIDADE CURRICULAR
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Semiologia Médica de Animais de Companhia |
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TEMA
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Semiologia dos animais
de companhia |
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SIGLAS / CÓDIGO
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SMAC / MV316 |
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CLASSIFICAÇÃO
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Oficial |
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ÁREA CIENTÍFICA
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Ciências Clínicas |
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DEPARTAMENTO
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Clínicas Veterinárias |
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CICLO DE ESTUDO
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Mestrado Integrado de
Medicina Veterinária |
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ANO
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3º ano |
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PERÍODO
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7º semestre |
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ORIENTAÇÃO
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Medicina de animais
de companhia |
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ANO
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3º |
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ANO LECTIVO
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2019/20 |
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LÍNGUA DE ENSINO* |
Português |
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* Eventualmente professores convidados poderão lecciona
noutra língua (inglês ou espanhol. |
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OBJECTIVO
GERAL DA UNIDADE CURRICULAR SMAC
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A Unidade Curricular de Semiologia Médica de Animais de
Companhia (SMAC) tem como objectivo a aquisição da capacidade para realizar a
história e exploração clínica dos animais. Adquirir as competências clínicas
básicas (método clínico) entendidas como o conjunto de conhecimentos e
capacidades que habilitam o aluno para colher uma HISTÓRIA CLÍNICA, executar
um EXAME FÍSICO GERAL e EXAME FÍSICO DIRIGIDO correspondente e ORGANIZAR OS DADOS numa Base de Dados
estruturada, conforme modelo adoptad
O bem estar animal
é objectivo prioritário de
ensino-aprendizagem nesta Unidade Curricular: todos os estudantes devem ser capazes
de agir e educar para proteger e melhorar o bem-estar animal. Os mais altos
standars devem ser conseguidos a respeito do bem estar animal com todos os
animais utilizados na pela disciplina.
Alem disso existem outros objectivos de igual importância
detalhados e discriminados a continuação.
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COMPETÊNCIAS
ESPECÍFICAS
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OBJECTIVOS E A MONITORIZAÇÃO DOS MESMOS (PROVAS DE AVALIAÇÃO) |
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Avaliação Individual
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Avaliação Individual + Avaliação do Grupo |
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Prova ESCRITA |
Prova PRÁTICA |
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COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS CURRICULARES (saber) - CONHECIMENTOS ·
Conhecimento da utilização dos protocolos de investigação dos principais sistemas e
órgãos (exame geral, exame dermatológico, exame neurológico, etc.). Os alunos
deverão aprender a obter, reconhecer, classificar e interpretar os sinais clínicos de doença em animais de
companhia que aparecem na exploração geral e na exploração dirigida de cada
um dos sistema. |
X |
X |
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COMPETÊNCIAS
ESPECÍFICAS PROFISSIONAIS (saber fazer) – HABILIDADES E DESTREZAS
·
Habilidade e destreza para realizar a anamnese e a exploração clínica
dos animais de companhia. Ser capaz de conduzir, com razoável destreza e
rigor, a colheita de uma História Clínica, Exploração Geral, Exploração
Dirigida e registro de informação de modo sintético numa ficha clínica.
observando as regras e técnicas básicas de comunicação e inquérito. Análise
dos dados e emissão dum diagnóstico ao caso clínico. |
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X |
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·
Identificar os estados de emergência e
conhecer os primeiros auxílios de suporte vital em animais de companhia. |
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X |
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·
Realizar técnicas analíticas básicas e interpretar os seus resultados. |
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X |
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·
Recolher e enviar amostras com o seu correspondente informe. |
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X |
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COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS ACADÉMICAS (saber SER) ·
Analisar, sintetizar, resolver problemas e tomar decisões
nos âmbitos da exploração dos animais de companhia.. |
X |
X |
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·
Trabalhar em equipa, valorizar e manifestar respeito e
sensibilidade ante o trabalho dos outros. |
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X |
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·
O bem estar animal é objectivo
prioritário de ensino-aprendizagem nesta Unidade Curricular. Todos os estudantes devem
ser capazes de agir e educar para proteger e melhorar o bem-estar animal. Os
mais altos standars devem ser conseguidos a respeito do bem estar animal com
todos os animais utilizados. Manter um comportamento ético
no exercício das práticas e responsabilidade inerentes a unidade curricular
de Semiologia Médica I (na exploração dos animais e no seu posterior cuidado
e tratamento). |
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X |
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Divulgar a informação obtida durante o exercício profissional do veterinário
de forma fluida, frente a outros colegas. |
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X |
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Tabela 1.- Classificação de
objectivos de formação segundo as normativas e recomendações europeias
(Projecto Tunning- Concepts and Proposals such as the expected profile of a
21ª century veterinary surgeon.: Practically-based Veterinary Knowledge and
General Veterinary Knowledge) :Competências específicas (disciplinares,
profissionais e académicas) e genéricas ou transversais e o método de
monitorização ou avaliação |
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COMPETÊNCIAS TRANSVERSAIS OU GENÉRICAS |
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OBJECTIVOS E A MONITORIZAÇÃO DOS MESMOS (PROVAS DE AVALIAÇÃO) |
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Individual
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Individual
+
Grupo
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Prova
ESCRITA
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Prova
PRÁTICA
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Trabalho em equipa: Trabalho durante as aulas e na avaliação em
grupos de 2 ou 3 alunos com interdependência positiva. |
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X |
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Compromisso ético – bem estar animal: O cuidado, tratamento e procura do bem-estar dos animais
utilizados nas aulas é um objectivo de aprendizagem e deve ser realizado por
todos os alunos. |
X |
X |
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Habilidades para trabalhar de forma autónoma: O aluno estuda em grupo
e no final existe interdependência positiva na nota individual de cada membro
da equipa. No entanto a avaliação teórica e prática é individual. O aluno e o
grupo não dependem na realização de todos os processos de agentes externos.
Deve de ser autónomo no seu modo de trabalho . |
X |
X
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Capacidade para se comunicar com pessoas não expertas na matéria: Exame prático é oral
(frente a um hipotético proprietário). O aluno deve de poder comunicar os
seus achados e as possíveis soluções aos problemas encontrados. |
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X |
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Capacidade de se relacionar com outras pessoas: Durante as aulas,
tratamento dos animais e tempos de estudos os alunos devem de trabalhar
sempre em grupo. Interdependência positiva. |
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X |
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Toma de decisões: Frente a um animal o aluno deve DECIDIR.
Tratamento de emergência ou não, é um problema urinário, como devo obter
amostras para analise, etc. Não existe um modelo único. Frente a cada
situação concreta o aluno deve decidir os seus padrões de actuação. |
X |
X |
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Resolução de problemas: Avaliação a traves duma consulta clínica real. |
X |
X |
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Capacidade de aplicar os conhecimentos na prática: consulta clínica real. |
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X |
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Planificação e gestão do tempo: Avaliação prática com tempo limitado a uma consulta
clínica normal. O aluno deve de gerir o seu tempo (20 minutos) para realizar
uma anamnese adequada e uma exploração clínica e análise complementar acordes, de modo a poder obter uma
resposta num tempo limitado. |
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X
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Comunicação oral na língua materna: Exame prático com um
animal real (uma consulta) é oral (frente a um hipotético proprietário) |
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X |
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Habilidades básicas no tratamento das pessoas: Exame prático é oral
(frente a um hipotético proprietário). |
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X |
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Capacidade de aprender de forma autónoma. O docente subministra a
matéria a aprender antes da aula solicitando aos alunos que a estudem,
autonomamente, antes da mesma. |
X |
X |
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Habilidades de gestão de informação (habilidade para buscar e
analisar a informação proveniente de diversas fontes): Avaliação totalmente
prática e contextualizada (uma consulta clínica real). O aluno integra
informação que provem da anamnese, da exploração e das provas complementares.
Durante as aulas o aluno procura informação nos textos de referencia, nas
gravações das aulas, nos programas de PC fornecidos e em diversas fontes na Internet. |
X |
X |
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Capacidade crítica e autocrítica: Metacognição. processo
de avaliação contínua prática: Evaluação formativa e compartida: Os
alunos assistem ao processo de avaliação dos seus pares emitindo um juízo
crítico sobre o seu desempenho ajudando-se com uma grelha de avaliação. Se
fomenta a utilização de critérios de avaliação prática como conhecimentos,
habilidades e destrezas. |
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X |
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Tabela 2.- Classificação de
objectivos de formação segundo as normativas e recomendações europeias (Projecto
Tunning- Concepts and Proposals such as the expected profile of a 21ª century
veterinary surgeon.: Practically-based Veterinary Knowledge and General
Veterinary Knowledge) :Competências transversais e o método de monitorização
ou avaliação |
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Programa |
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Semiologia
Geral: Introdução a unidade curricular. Semiologia do estado de emergência. Semiologia do estado geral. Semiologia dermatológica I Semiologia dermatológica II Semiologia do aparelho urinário. Semiologia do sistema neurológico. Semiologia do aparelho locomotor A capacidade metacognitiva no aluno de
Semiologia. Semiologia do sistema digestivo. Semiologia do sistema respiratório. Semiologia do aparelho cardiocirculatório. O electrocardiograma na semiologia médica. Semiologia de outros sistemas
(oftalmologia). |
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Bibliografia Principal |
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Rijnberk A. ed.;Medical history and physical examination in companion animals. ISBN: 0-7923-3038-2 McCurnin Dennis
M.;Small animal physical diagnosis and clinical procedures. ISBN:
0-7216-5931-4 |
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Bibliografia secundária de consulta específica para os
diferentes sistemas: |
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Gelatt Kirk N.;Essentials of veterinary ophthalmology. ISBN: 0-683-30077-6 Tilley Larry
Patrick;Essentials of canine and feline electrocardiography. ISBN: 0-8121-1443-4 Lorenz Michael D.;Handbook of veterinary neurology. ISBN: 0-7216-8986-8 Nelson Richard W.;Essentials of small animal internal medicine. ISBN:
0-801-68971-6 |
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Observações Bibliográficas |
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Referências bibliográficas complementares
serão fornecidas, quando aplicável, no sumário das aulas teóricas. |
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Métodos de Ensino |
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A metodologia adoptada para atingir os
objectivos propostos é : Aulas teóricas - magistrais – Aulas Plenárias: 2 aulas/semana com duração de 50
minutos cada uma, com recurso a meios audiovisuais e outras tecnologias que
favoreçam a interactividade. Parte ou a totalidade destas aulas (slides e
áudio) poderão estar disponíveis no servidor “e-learning” da
Universidade do Porto (UP). Aulas práticas – 1 aulas prática/semana com duração de 3 horas, com animais vivos como
animais de trabalho (do mesmo modo que são utilizados animais para resgate,
animais para auxilio a pessoas cegas, etc. Nunca são utilizados animais de
experimentação). O animal é fundamental como ponto de partida do estudo
prático da Semiologia Médica de Animais de Companhia. Este ponto permite
cumprir os objectivos que respeitam à aquisição de competências específicas e
grande parte das genéricas. B-learning: altamente promissor, pelas possibilidades que encerra, ainda tem uma
utilização limitada, porque requer investimento em formação, apoio de
secretariado qualificado, disponibilidade de tempo e principalmente uma
lamentável falta de reconhecimento a nível institucional nas Unidades
Orgânicas. Mesmo assim, tem havido um esforço crescente nesta Unidade
Curricular de colocação de conteúdos nas plataformas disponíveis na
Universidade do Porto. Interdependência positiva na avaliação: A aprendizagem cooperativa é uma metodologia que se
baseia em muitas diferentes maneiras de organizar a instrução na aula de tal
forma que os alunos trabalhem e aprendam em pequenos grupos de dois a três
pessoas. É uma das mais populares e importantes inovações educacionais dos
últimos anos. Vários pesquisadores e professores de diversos centros de
estudo têm experimentado e demostrado que este método é mais efectivo e
eficiente que outras alternativas de corte tradicional apoiadas unicamente no
esforço individual. O sucesso desta metodologia se apoia em
cinco pontos: 1.
Interdependência Positiva -
Todos os membros do mesmo grupo estão
conectados uns com os outros na busca de um alvo comum. Todos os membros
devem alcançar o sucesso para que o grupo seja bem sucedido. 2.
Responsabilidade Individual - Cada membro do grupo tem a
responsabilidade individual para demonstrar como alcançaram o aprendizado. 3.
Funcionamento do Grupo -
Quando os membros asseguram os seus esforços de colaboração na melhoria da
dinâmica de funcionamento do grupo. 4.
Habilidades Sociais - As
habilidades de interacção que habilitam o grupo a funcionar efectivamente
(ex. revezando, encorajando, ouvindo, ajudando, clarificando, checando a
compreensão, sondando(investigando). Semelhantemente habilidades que aumentam
a comunicação, confiança, liderança, tomada de decisões e resolução de
conflitos. 5.
Interacção “Face-a-Face” - Quando os membros do Grupo estão
juntos em aproximação uns com os outros e dialogando sobre maneiras para
promover o aprendizado e o progresso contínuo. Existe uma grande diferencia entre um grupo
de aprendizagem colaborativo e um grupo esporadicamente conectado. Este aspecto
é, no sistema de interdependência positiva de aprendizagem colaborativa,
intencionalmente planejada de modo que todos os membros devem participar para
que a tarefa seja completada. Os alunos percebem que podem alcançar seus
alvos de aprendizagem se, e somente se, todos os membros de seu grupo podem
também alcançar os seus próprios alvos. Membros de um grupo de aprendizagem
têm um conjunto de alvos que todos estão se esforçando por alcançar
(especialmente indicada para potenciar a aquisição de competências
transversais). O sistema de interdependência entre grupos
unicamente é aplicado nas provas práticas. Capacidade metacognitiva: os alunos deverão desenvolver a sua capacidade
metacognitiva realizando um mínimo de 6 avaliações críticas a 6 provas práticas realizadas com o docente
aos seus companheiros de turma. O aluno para superar a unidade
curricular deverá ter realizado um
mínimo de 6 avaliações metacognitivas em cada um dos dois módulos. |
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Modo de Avaliação |
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Cálculo da Classificação Final Dois módulos independentes: Módulo I e
Módulo II Cada um dos módulos consta de uma prova
teórica escrita e uma prova prática (laboratorial). Para superar
a unidade curricular o aluno deve obter um mínimo de 9,5 valores (sobre 20)
em cada uma das partes (tanto teóricas como práticas) de cada um dos módulos
e conditio sine qua non para superar a unidade curricular será também
ter realizado um mínimo de 5 avaliações metacognitivas em cada um dos dois
módulos. Módulo I- Prova teórica escrita: na semana intercalar a seguir a 8ª
semana de aulas, no horário da classe teórica. Época de recurso nas datas
indicadas pelo Conselho Pedagógico. Módulo I - Prova prática (2 semanas): época normal na semana intercalar e
na 9ª semana de aulas. Época de recurso nas datas indicadas pelo Conselho
Pedagógico. Módulo II - Prova teórica escrita: época normal e época de recurso nas
datas indicadas pelo Conselho Pedagógico. Módulo II - Prova prática (2 semanas): época normal na semana intercalar
e semana indicada pelo Conselho Pedagógico e época de recurso nas datas
indicadas pelo Conselho Pedagógico. Provas escritas (época normal ou recurso) consiste em responder a
questões de escolha múltipla, resposta corta, verdadeiro/falso ou resolução
de problemas curtos. A prova oral-prática *: Consiste na realização dum exame geral breve e um
exame dirigido no contexto duma consulta clínica real, com um animal vivo e
na qual o professor comporta-se como o proprietário do animal. * seguindo um sistema de interdependência
positiva: Estas provas de avaliação prática
serão cotadas de modo a favorecer um sistema de estudo cooperativo
entre os alunos através de uma avaliação com interdependência positiva. Neste
sistema os alunos serão divididos aleatoriamente em grupos de 2-3 pelo
próprio, docente. Os alunos de cada grupo trabalharão juntos e as notas
obtidas individualmente, por cada
aluno do grupo, no exame prático, terão influência na nota dos restantes
membros do grupo seguindo este modelo: Caso todos os membros do grupo aprovem
será dado um bónus de 3 valores (no total de 20 valores da prova prática);
caso um ou mais membros falhem será subtraído metade da cotação que supera 10
aos membros que aprovaram a prova. O sistema de interdependência entre grupos
unicamente é aplicado nas provas práticas. |
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Componentes de Avaliação e Ocupação registadas |
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Obtenção de Frequência |
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AVALIAÇÃO DE PRE-REQUISITOS DE
APRENDIZAGEM- AVALIAÇÃO CONTÍNUA No início de cada aula prática o aluno deverá
entregar ao docente que leccione a aula prática 10 perguntas breves e as suas
respectivas respostas breves sobre a temática da aula que o aluno julgue
ser importantes e que eventualmente poderiam ser perguntadas num
exame. O aluno deverá ter entregues
pelo menos 30 perguntas por cada um dos módulos da Unidade Curricular. As
perguntas serão valorizadas pelo docente. Sem uma cotação mínima de 90% nesta
parte, não será possível ter acesso a prova teórica nem prática de cada um dos
módulos determinando automaticamente reprovação (salvo os casos excepcionais
determinados pela legislação em vigor). |
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Cálculo da Classificação Final |
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Módulo I (10 valores sobre o total de 20 valores da Unidade Curricular): prova
teórica do módulo 30% e prova prática 70%. Módulo II (10 valores sobre o total de 20 valores da Unidade
Curricular):: prova teórica do módulo 30% e prova prática 70%. Condição indispensável para considerar um aluno APTO na unidade
curricular será ter superado cada um dos componentes (teórico e prático) de
cada um dos módulos.com a obtenção de uma nota igual ou superior, em cada um
deles, de 47,5% (9,5 em 20 valores) e ao mesmo tempo será também condição
indispensável o ter realizado um mínimo de 6 avaliações metacognitivas em
cada um dos dois módulos* *Trabalhamos e estudamos com a colaboração de seres
vivos. Em todo momento, os alunos são
solicitados a colaborar activamente na preservação de um ambiente tranquilo,
acolhedor e seguro para os animais, respeitador dos seus direitos,
privacidade e dignidade (p.ex passeios regulares, descansos, comida, agua,
etc.). Qualquer falta neste ponto de cuidado e bem estar dos animais,
competência transversal de importância fulcral para todo futuro veterinário da
União Europeia, poderá repercutir negativamente na classificação final do
aluno penalizando até o 50% do valor da sua nota. |
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Avaliação Especial (TE, DA, ...) |
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A prova prática será realizada sob formato
oral. REPETIÇÃO. RECUPERAÇÃO. PRESCRIÇÃO
Todos os alunos deverão proceder à repetição integral do currículo
prático, com obrigatoriedade de inscrição numa turma, com direitos e deveres
idênticos aos do aluno ordinário; As regras de precedências e prescrição
serão as que a Instituição entender adoptar. |
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Observações |
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IDENTIFICAÇÃO E VESTUÁRIO
Os alunos que circulam na sala de Semiologia e na área do Centro
Clínico Veterinário de Pequenos Animais do ICBAS devem ostentar, em
permanência e de forma bem visível, a respectiva placa de identificação (nome
e condição de estudante de medicina veterinária).
Sempre que as sessões de trabalho decorram em áreas assistênciais e no
contacto com proprietários e/ou animais é requerido um comportamento
profissional, que inclui o uso de pijama cirúrgico (de preferencia de cor
verde) e em alternativa bata branca e o cumprimento das regras básicas de
circulação e contacto em ambiente hospitalar (precauções universais, higiene
e regras de isolamento). |
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Os alunos são solicitados a colaborar
activamente na preservação de um ambiente tranquilo, acolhedor e seguro para
os animais e os seus proprietários, respeitador dos seus direitos,
privacidade e dignidade. O bem estar animal é um objectivo prioritário. ENCONTROS INDIVIDUAIS/GRUPO DE ALUNOS COM
OS DOCENTES (dúvidas, aulas extra, simulações, etc.) ·
Os docentes disponibilizam,
todas as semanas do semestre, umas horas nas quais os alunos podem resolver
pessoalmente com o professor as suas duvidas (da parte teórica, da parte
prática ou de qualquer outro assunto relacionado com a disciplina). (TEMPO DE
APOIO PEDAGÓGICO). ·
É conveniente que o aluno
contacte previamente com o professor para preparar o material e combinar o
horário mais adequado. ·
O lugar habitual é a Sala de
Semiologia no ICBAS (primeiro edifício, primeiro andar, última sala ao fundo
do corredor). Independentemente deste tempo de apoio
pedagógico os alunos podem levantar qualquer questão pessoalmente ao docente
no fim das aulas ou se o desejar via correio electrónico (contactar) |
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